A tragédia de Júlio César pode parecer tanto uma história quanto uma tragédia. Embora alguns possam argumentar que são as duas coisas, normalmente é classificado como uma tragédia. As histórias de Shakespeare tratam de assuntos da história britânica, enquanto Júlio César se passa em Roma.
A peça começa com César voltando vitorioso sobre Pompeu, um antigo aliado e poderoso romano. Cássio, um senador, fica com medo do poder e prestígio que César ganhou e convence Brutus, amigo próximo e aliado de César, a se voltar contra César. Cássio usa o patriotismo de Brutus para ampliar os temores da tirania potencial de César, caso seja coroado rei.
Temendo que Roma perderia sua democracia sob o governo de César, Brutus concorda em matar seu amigo em nome de Roma. “Não é que eu ame menos César, mas amo mais Roma.” (Ato 3, Cena 2) Conspirando com outros senadores, Brutus e Cassius esfaquearam César até a morte de César no dia de sua coroação. Júlio César disse a famosa frase: "Et tu, Brute?" indicando seu profundo sentimento de traição.
Brutus usa a capital como um fórum para defender suas ações, mas comete um erro trágico: ele permite que Marco Antônio, outro amigo leal de César, faça um discurso sob o pretexto de que Antônio mostraria apoio aos conspiradores. Antônio usa seu discurso para transformar a multidão em uma multidão enfurecida, forçando os conspiradores a fugir.
No ato final, Cassius e Brutus são vistos lutando um com o outro. Junto com seus exércitos, eles devem se defender contra a revolta que causaram. No final, os conspiradores são derrotados na batalha e suicidam-se.