segunda parte
Updated: 6/17/2020
segunda parte

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  • INICIALMENTE, VAMOS FALAR SOBRE A INSULINA: A ABSORÇÃO DA GLICOSE PELOS TECIDOS DEPENDE DA ATUAÇÃO DESSE HORMÔNIO, QUE É PRODUZIDO PELAS CÉLULAS BETA DO PÂNCREAS. ASSIM, A INSULINA FACILITA A ENTRADA DE GLICOSE NAS CÉLULAS -ONDE ELA SERÁ UTILIZADA PARA A PRODUÇÃO DE ENERGIA- E O ARMAZENAMENTO NO FÍGADO E NOS MÚSCULOS, EM FORMA DE GLICOGÊNIO.
  • DEVIDO A DISFUNÇÕES NA ATUAÇÃO DA INSULINA, A GLICOSE DA CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA PODE NÃO SER ABSORVIDA PELAS CÉLULAS E, ASSIM, ACARRETAR HIPERGLICEMIA, COM CONSEQUENTE DIABETES MELLITUS.
  • PODE SER QUE AS CÉLULAS BETA DO PÂNCREAS PRODUZAM INSULINA, MAS NÃO O SUFICIENTE PARA BAIXAR A GLICOSE NO SANGUE E PARA PRODUZIR A ENERGIA QUE O CORPO NECESSITA.
  • NA DIABETES TIPO II, O ORGANISMO PRODUZ INSULINA, MAS ELA NÃO EXERCE A FUNÇÃO ADEQUADAMENTE. ISSO ACONTECE POR DUAS RAZÕES:
  • OU ENTÃO, EM UMA CONDIÇÃO CHAMADA DE RESISTÊNCIA À INSULINA, OS RECEPTORES DAS CÉLULAS MUSCULARES E HEPÁTICAS NÃO CONSEGUEM RECONHECER ADEQUADAMENTE A INSULINA E, POR ISSO, NÃO CONSEGUEM CAPTAR A GLICOSE EM EXCESSO NA CORRENTE SANGUÍNEA.
  • A BIOSSINALIZAÇÃO, OU TRANSDUÇÃO DE SINAL, CORRESPONDE AO PROCESSO ATRAVÉS DO QUAL A CÉLULA CONVERTE E AMPLIFICA UM SINAL EXTRACELULAR EM UM SINAL INTRACELULAR QUE GERA RESPOSTAS FISIOLÓGICAS.