a historia de uma hora

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  • Como a Sra. Mallard sofriado coração, foi com extrema delicadeza que lhe disseram que o marido Bentley Mallard havia morrido. Josephine, sua irmã, deu-lhe a notícia. Richards,um amigo da família, acompanhava toda a cena de perto. Fora ele quem,trabalhando na redação do jornal, após certificar-se da veracidade dos fatos, correra para a casa dos Mallard.
  • - Livre! Corpo e mente livres!  
  •  - Vá embora. Eu não estou passando mal!
  • - Louise, abra a porta! Eu lhe imploro, abra a porta. O que você está fazendo, Louise? Abra esta porta!
  •  Subiu para o seu quarto. Queria ficar sozinha. Havia algo vindo ao seu encontro e ela aguardava por isso, amedrontada. Podia senti-lo, descendo furtivamente do céu. Estava começando a reconhecer aquela coisa que se aproximava para possuí-la. Quando desistiu de lutar, um sussurro, escapou pelos seus lábios:“Livre, livre, livre!” Não parou para se perguntar se a felicidade que tomava seu ser era monstruosa. 
  • Por detrás de um breve instante de amargura, uma longa sucessão de anos que seriam absolutamente seus. E então, abriu e estendeu os braços, acolhendo calorosamente os anos vindouros. Durante os próximos anos não teria que dedicara sua vida a ninguém. Embalada por aquele momento de iluminação, ela podia enxergar claramente, que as melhores ou as piores intenções não tornavam tal ato mais ou menos criminoso. 
  • Josephine estava ajoelhada atrás da porta trancada, os lábios colados no buraco da fechadura, suplicando para ser admitida no quarto.
  • Sua imaginação galopava enlouquecida diante da perspectiva de todos os dias que ainda teria pela frente. Ela murmurou uma rápida oração pedindo que a vida fosse longa. Finalmente, ela abriu a porta para as importunações da irmã. Havia um triunfo febril em seus olhos. Sem se dar conta, portou-se como se fosse uma deusa da Vitória. Passou o braço em torno da cintura da irmã e, juntas, desceram as escadas. Richards aguardava as duas na base da escadaria.
  • Abriu-se a porta, era Bentley Mallard. Ele passara longe da cena do acidente,e sequer ouvira falar de desastres naquele dia. Ficou perplexo com o grito agudo de Josephine; estranhou os rápidos movimentos de Richards para evitar que sua esposa o enxergasse. Mas Richards não fora rápido o suficiente. Quando os médicos chegaram, informaram-lhes que ela havia morrido de ataque do coração – de felicidade fulminante.
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