Na manhã do dia 24 de abril às 9 horas, Manuel chegou ao Museu Frei Manuel do Cenáculo, onde trabalhava como guia.
Manuel estava com um grupo de visitantes, quando reparou que a ordem dos quadros do conjunto da Virgem Maria não estava correta Inicialmente pensou que estava a fazer confusão, mas verificou que estava certo uma vez que conhecia muito bem todas as peças daquele museu pois já trabalhava ali há muitos anos. Manuel continuou a visita como se nada tivesse acontecido, decidindo só agir quando terminasse o seu trabalho.
No final da tarde, Manuel foi falar sobre esta situação ao subdiretor do museu, uma vez que a diretora não estava, Depois de ouvi-lo, o subdiretor foi verificar os quadros e constatou que Manuel estava certo.
Resolveram chamar a polícia e contaram-lhe o que tinha acontecido. O polícia falou com todos os funcionários do museu para averiguar se sabiam alguma coisa.
A diretora chegou ao museu e encontra-se com o inspetor chefe da policia, informando-o da existência de uma câmara secreta perto destes quadros, que só ela tinha conhecimento. Juntos verificaram as imagens e descobriram que os treze quadros tinham sido roubados e trocados por telas falsas.
O culpado tinha sido descoberto: era o segurança do museu. O inspetor chefe prendeu-o e este confessou o crime. Os treze quadros da Virgem Maria ainda se encontravam escondidos no museu, dentro de uma arca antiga.
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