Pāriet uz galveno saturu
Atveras Jaunā Cilnē
Mājas Lapa
Resursi
Cenas
Izveidot storyboardu
Izveidot storyboardu
Ielogoties
Reģistrēties kā skolotājam
Reģistrēties kā fiziska persona
Meklēt
Unknown Story
Izveidojiet Storyboard
Kopējiet šo stāstu tabulu
Kopējiet šo stāstu tabulu
IZVEIDOT STORYBOARDU
ATSKAŅOT SLAIDRĀDI
IZLASI MAN
Izveidojiet savu
Kopēt
Montāžas Teksta
Eu, Inês Pereira, aceito você Brás da Mata, como manda a Santa Igreja.
Quero sim!
Então, que assim seja! Eu, Brás da Mata, Aceito sua mão, Inês Pereira, por esposa. Como dita a Santa Igreja.
Inês, quer se casar comigo?
Pelo Deus de Abraão, Isaac e Jacó, está cumprido este matrimônio!
Após a cantoria de Inês:
Não há outro jeito se não esse minha querida!
Ainda perguntas? Mulher minha tem que ficar calada! Não vai falar com ninguém, ficará trancada e isolada nessa casa!
Você cantou, Inês? Espero que tenha sido a primeira e a última vez! Jamais torne a cantar!
Qual foi o meu pecado, marido?
Por quê ficaste tão bravo, marido?
Ah, sim!
Mas e depois que acabar o dinheiro?
Vou para guerra na África, vou promovido a cavaleiro, cuide para que Inês não saia daqui.
E o que hei de comer?
Aqui por perto tem umas figueiras, esfomeado, mata tua fome!
E o que lhe dei? Não basta?
Sai o escudeiro, e o moço diz a Inês:
Se ele te dá ao menos o que comer, sua praga será cumprir esta tarefa.
O que ele me ordenou não tenho coragem de fazer.
Eu vou me divertir e você vai ficar aqui trancada.
Fui escolher demais, e deu nisso! Espero que os mouros o matem! Se hei de ficar solteira, saberei escolher desta vez!
Três meses depois:
Quem bem tem e mal escolhe, por mais mal que venha, não se encolhe.