Eu farei a ponte entre o cliente, os usuários e a equipe técnica, garantindo que as necessidades sejam compreendidas.
Como cliente, vou definir os requisitos de negócio e os critérios de aceitação.
E a equipe de desenvolvimento transformará os requisitos em funcionalidades, testes e versões do sistema.
Eu vou planejar, coordenar e controlar os ciclos, além de acompanhar riscos de prazo, custo e qualidade.
Eu posso testar os protótipos, participar dos testes de aceitação e informar se o sistema atende às necessidades do dia a dia.
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Em evoluções do modelo, como o *WinWin*, existe a ideia de confirmar se os principais interessados concordam com a arquitetura e se os riscos críticos foram tratados.
Eu definirei a arquitetura, as tecnologias, os padrões de integração e os requisitos de escalabilidade
Os principais benefícios são reduzir riscos, tornar o projeto mais realista, permitir mudanças, facilitar testes e evitar que pequenos problemas se transformem em grandes obstáculos.
Minha participação é essencial na análise dos riscos técnicos, principalmente para verificar se a arquitetura suporta o crescimento do sistema.
Além disso, desenvolvimento e manutenção são tratados como partes contínuas da evolução do sistema.
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Sim. O modelo exige profissionais experientes em análise de riscos. Uma avaliação errada pode afetar diretamente o projeto.
Existem desvantagens que precisamos considerar?
Mesmo assim, para um sistema médico complexo e de alto risco, vamos utilizar o Modelo Espiral.
Também há custo elevado, muita documentação e o risco de a espiral continuar indefinidamente sem uma decisão de encerramento.
Riscos grandes, quando não são identificados ou tratados corretamente, podem causar problemas graves.
Clientes que não aceitam mudanças ou avaliações frequentes podem ter dificuldade de acompanhar o processo.