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Untitled Storyboard

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  • Slide: 1
  • Eu farei a ponte entre o cliente, os usuários e a equipe técnica, garantindo que as necessidades sejam compreendidas.
  • Como cliente, vou definir os requisitos de negócio e os critérios de aceitação.
  • E a equipe de desenvolvimento transformará os requisitos em funcionalidades, testes e versões do sistema.
  • Eu vou planejar, coordenar e controlar os ciclos, além de acompanhar riscos de prazo, custo e qualidade.
  • Eu posso testar os protótipos, participar dos testes de aceitação e informar se o sistema atende às necessidades do dia a dia.
  • Slide: 2
  • Em evoluções do modelo, como o *WinWin*, existe a ideia de confirmar se os principais interessados concordam com a arquitetura e se os riscos críticos foram tratados.
  • Eu definirei a arquitetura, as tecnologias, os padrões de integração e os requisitos de escalabilidade
  • Os principais benefícios são reduzir riscos, tornar o projeto mais realista, permitir mudanças, facilitar testes e evitar que pequenos problemas se transformem em grandes obstáculos.
  • Minha participação é essencial na análise dos riscos técnicos, principalmente para verificar se a arquitetura suporta o crescimento do sistema.
  • Além disso, desenvolvimento e manutenção são tratados como partes contínuas da evolução do sistema.
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  • Sim. O modelo exige profissionais experientes em análise de riscos. Uma avaliação errada pode afetar diretamente o projeto.
  • Existem desvantagens que precisamos considerar?
  • Mesmo assim, para um sistema médico complexo e de alto risco, vamos utilizar o Modelo Espiral.
  • Também há custo elevado, muita documentação e o risco de a espiral continuar indefinidamente sem uma decisão de encerramento.
  • Riscos grandes, quando não são identificados ou tratados corretamente, podem causar problemas graves.
  • Clientes que não aceitam mudanças ou avaliações frequentes podem ter dificuldade de acompanhar o processo.