Era uma vez...Cinderela, Branca de Neve, Rapunzel, Chapeuzinho Vermelho, e outras personagens do imaginário feminino de contos de fadas, modelos ensinados às meninas na infância, atrelados a ideias de pouco ou nada poderem fazer por seus destinos de vida, sendo "salvas" por um príncipe, e, encantado. Pouco ou nada podem fazer por si mesmas.
Pouco depois, as personagens heroínas serão muito poucas diante do universo masculino de heróis.
Entretanto, a representação das mulheres numa fase adulta tem pouca disseminação do número de mulheres que se destacaram nas Ciências, na Literatura, qualquer área, nas melhorias de vida e mudança de paradigmas
Desde mulheres que trabalham em casa e fora, a mães. E novos modelos familiares: mães solteiras, casais homossexuais de duas mulheres; mães trabalhadoras que se desdobram sem real divisão de tarefas domésticas, no dia-a-dia familiar, e a diminuta valorizaçao no ambiente laboral
E ainda o culto ao corpo-objeto sexual para satisfação de que ou quem? E a "proibição" de envelhecer= morrer socialmente e profissionalmente, ao invés da valorização de toda uma bagagem adquirida além do suporte familiar.
A contraposição de atletas profissionais masculinizadas com manipulações hormonais, às modelos e manequins que perseguem um ideal de beleza que as leva à anorexia ou a modificações constantes em seus rostos e corpos, perpetuando uma insatisfação doentia, , desvalorizando seus dons e habilidades
Ainda hoje, gerações depois, encontramos o papel feminino em lenta emancipação. O desafio persiste: mudança cultural em toda a sociedade, educação, formação, para fomentar e sustentar a qualitativa presença das mulheres dignamente, quer nos tradicionais quer em novos espaços .
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