Os alunos já sabem como é querer algo que ainda não existe. O empreendedorismo transforma essa vontade em um processo: identificar um problema real, entender as pessoas que o têm, testar se a ideia funciona, fazer as contas e apresentá-la a alguém que possa dizer sim. As atividades deste guia levam os alunos por esse processo, um storyboard de cada vez, e terminam com uma apresentação para uma banca de investidores.
Todas as atividades usam o mesmo exemplo, a TagBack, um negócio de alunos que vende etiquetas de nome com QR code para que moletons e garrafas de água perdidos voltem para casa. Os alunos podem acompanhar a TagBack para ver como as etapas se conectam e, em paralelo, construir a própria ideia de negócio. As atividades funcionam do 6º ao 12º ano: turmas do fundamental podem fazer a sequência básica (problema, persona, pitch de elevador, custos, apresentação a investidores), enquanto turmas do ensino médio, de CTE (educação profissional e técnica) e alunos de DECA ou FBLA (associações estudantis americanas de empreendedorismo) acrescentam o mapa da jornada do cliente, o teste de hipóteses e a estratégia de entrada no mercado.
As atividades estão na ordem de ensino, e cada uma se apoia na anterior. Equipes de três ou quatro alunos que ficam juntas durante toda a unidade aproveitam mais, porque a ideia de negócio da primeira atividade se torna a apresentação a investidores no final.
Pouco tempo? As atividades Pitch de elevador e Apresentação a investidores funcionam sozinhas como um projeto de uma semana.
Os modelos deste guia vêm do nosso Guia ilustrado de desenvolvimento de produtos, escrito para equipes de empresas. Estes artigos se aprofundam e trazem mais exemplos e modelos:
As atividades servem para o 6º ao 12º ano. Turmas do fundamental podem fazer a sequência básica: identificar um problema, persona do cliente, pitch de elevador, custos e a apresentação a investidores. Turmas do ensino médio, de CTE e alunos de DECA ou FBLA acrescentam o mapa da jornada do cliente, o teste de hipóteses e a estratégia de entrada no mercado. Várias atividades incluem uma versão mais curta para o 6º–8º ano e extensões de pesquisa para alunos mais velhos.
A sequência completa cabe em cerca de quatro semanas: o problema e o cliente na semana 1, os testes e o pitch de elevador na semana 2, custos, marketing e o plano de negócios na semana 3, e a banca de investidores na semana 4. Pouco tempo? As atividades Pitch de elevador e Apresentação a investidores funcionam juntas como um projeto de uma semana.
Ensine na ordem listada, já que cada atividade se apoia na anterior. Comece com Identifique um problema real, depois as entrevistas e a Persona do cliente. Acrescente o mapa da jornada e o teste de hipóteses no ensino médio, depois o Pitch de elevador, as atividades de dinheiro e de plano de negócios e, por fim, a Apresentação a investidores e a discussão ética.
Não. Os alunos podem começar com um problema que percebem na escola ou em casa, e a primeira atividade os ajuda a encontrar um. As equipes também podem acompanhar o exemplo contínuo, a TagBack, um negócio de alunos que vende etiquetas de nome com QR code para moletons e garrafas de água perdidos, antes de construir a própria ideia em paralelo. Um problema real importa mais que um produto bem acabado.
Elas correspondem ao eixo profissional de Gestão e Empreendedorismo e a disciplinas como Introdução aos Negócios, Marketing e Orientação Profissional, além das competições da DECA e da FBLA. Turmas de educação financeira podem focar na atividade de custos, preço e lucro, e a estrutura do pitch de elevador também serve para entrevistas de emprego e estágio em aulas de preparação para a carreira.